Sempre que passo junto ao Centro Popular de Cultura e recreio das Cortes, sinto uma certa nostalgia e passo a meditar nas vicissitudes porque passou desde a sua fundação.

Salvo erros de datas tudo começou nos finais de 1967 por um grupo de jovens das Cortes, que depois de cedido por parte da Igreja um barracão que existia da parte de trás da mesma, procedeu-se ao trabalho de cimentar o chão e forrar o tecto, pois note-se que o cimento, o cascalho e a areia eram amassado e virados à pá depois de um dia de trabalho pesado, e tudo feito por voluntários. Tendo sido inaugurado a 15 de Fevereiro de 1968 com nome de Centro Paroquial de Cultura e Recreio das Cortes.
Depois de tanto trabalho para ter uma sala nas condições possíveis, logo aparecem os oportunistas e os contras ligados aos ideais do Estado Novo a fazer todos os possíveis e a imaginarem todas as espécies de calúnias, tal como aquilo é um cóio de comunistas e outras coisas do género, mas embora com alguns percalços no seu percurso, a coletividade conseguiu sempre resistir e hoje é aquilo que está à vista.
Recordo como padre António dos Santos Alves (Cereja) apoiava em tempos difíceis o desporto e a cultura, como nos finais da década de quarenta e princípios de cinquenta, de século passado, apoiou o Grupo Desportivo do Lis, depois nos princípios de cinquenta deu o mesmo apoio ao Grupo Dramático os Artistas do Lis, só que nesse tempo com o senhor padre Cereja esses senhores leais ao Estado Novo andavam todos de cabeça baixa.


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