Porquê homenagear o Anacleto Cordeiro? Porquê relembrar alguém desta forma organizada e conjunta? Porquê olhar para a vida de alguém e não querer esquecê-la?
Para mim, as respostas a estas perguntas vão sendo cada vez mais claras. Com a experiência que vou tendo deste mundo em que vivemos, dou cada vez mais valor às atitudes e entendo que, na vida, o que mais importa são as pessoas e a forma como no tempo que temos marcamos a vida de alguém.

As lembranças que guardo do meu amigo Anacleto são simples, honestas e sinceras. Para mim é difícil exprimir o meu sentimento, mas penso que, acima de tudo, a palavra que melhor traduz a forma como vivia a nossa amizade é: Admiração.
Recordo a forma como respeitava os seus compromissos, a sua vontade de dar, a capacidade de liderança, a sua forma educada de estar.
Na minha relação com ele, tanto profissional como pessoal, admirava a forma como qualquer problema que surgisse era resolvido. A inteligência e a objectividade com que lidava com a vida traduziam-se numa imagem forte, que muito admirava.
No período em que presidi o Centro P.C.R. das Cortes, tive a oportunidade e o prazer de conviver mais de perto com o Anacleto e com o seu filho, Rui Cordeiro. 
Ficava muitas vezes surpreendido com a sua incrível capacidade de ajuda desinteressada (que foi muita!) e com a forma como muitos dos que nos ajudaram o consideravam e respondiam de forma positiva aos seus apelos.
Ficaram as memórias, o exemplo e a amizade que sinto pelo seu filho, Rui, que acredito seguir os passos do pai.
Como pessoa, agradeço imenso a amizade que existiu, e como comunidade, acho que temos muito a agradecer a um homem que muito fez pela nossa terra.

Artur Lopes


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