Conheci o Anacleto em várias circunstâncias e etapas da vida. Estive mais perto dele depois do seu regresso de Moçambique, após o 25 de Abril e particularmente nos últimos 25 anos, período durante o qual tive diversas oportunidades de partilhar com ele conversas e experiências de natureza social, política e pessoal.
Era uma pessoa dotada de excepcionais sentimentos, de grande sensibilidade social, que gostava muito da sua terra, dos amigos e do seu país. Exigente, mas paciente e conciliador, tinha como referências principais os valores da família e do trabalho. Sóbrio, discreto e honrado, amigo do seu amigo, o Anacleto ficou no meu coração, como estará no de muitos outros que com ele puderam conviver. Recordá-lo ajuda a perceber melhor o sentido de viver.

José Ribeiro Vieira


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