jlp entrevistanovFernando Manuel Vieira Carvalho Brites nasceu no Soutocico, freguesia de Arrabal, em 1951.

É licenciado em Direito pela Universidade Internacional de Lisboa e Pós-Graduado em Estudos Europeus pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Aposentado, exerceu funções nos Caminhos de Ferro de Moçambique, na Ex-Caixa de Previdência de Leiria, Gabinete de Ingresso ao Ensino Superior, no Ex-Instituto de Desenvolvimento e Inspecção das Condições de Trabalho, Governo Civil de Leiria e, por fim, como Coordenador da Secção de Processo do Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social. É sócio efectivo de várias colectividades da freguesia do Arrabal, participou na criação do Centro de Cultura e Desporto, foi membro da Assembleia de Freguesia, Presidente da Assembleia Geral da Filarmónica, sócio fundador e Presidente do Clube Recreativo e Desportivo do Soutocico. Galardoado com o 1.º Prémio no VII Encontro de Poetas de Leiria, com o soneto “Descalça-te minha cidade”. Em 1983 participou em co-autoria nos livros: “5x5 Poetas de Leiria”. 1988 “Poesia contemporânea em Leiria (Antologia dos poetas de Leiria)”. 2001 “Orvalhos da saudade (Antologia dos poetas da freguesia do Arrabal). E publicou os livros: 1970 “Mirante”, 1975 “Canção para um poema só”, 1999 “Vozes no charco (ensaio sobre a guerra colonial) , 2012 “O último patamar” e em 2016 “Recreio de memórias”. Será apresentado no Auditório da Junta de Freguesia do Arrabal dia 6 de Novembro pelas 15h, o seu último livro : "Da banda de lá do tempo", que tem capa do artista plástico Artur Franco.

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Rui Carreira é natural de Santa Eufémia - Leiria. Começou a estudar Direcção Coral com o Professor Eli Camargo em 1990. Paralelamente frequentou Cursos Internacionais de Direcção Coral em Espanha e Portugal. Frequentou de 1999 a 2004, o Curso de Direcção de Orquestra em Dijon (França) e de 2004 a 2007 os Estágios Internacionais de Direcção de Orquestra de Leiria, ambos sob orientação do Maestro Jean - Sébastien Béreau. Assumiu em 2006 e 2007 as funções de Maestro Titular da Escola de Música do Orfeão de Leiria. De 2006 a 2011 dirigiu os Workshops de Páscoa e de Verão para Sopros e Percussão da Orquestra Metropolitana de Lisboa (OML). Em 2008 dirigiu o 1.º Estágio de Orquestra de Sopros e Percussão, em Ponta Delgada, numa parceria entre a OML e o Conservatório local. Em 2016 dirigiu a obra “Au Bois de Cise”, do compositor Jean-Sébastien Béreau, no concerto comemorativo do XI aniversário do Ensemble de Palhetas Duplas, acompanhando no piano solo, Ana Telles. Fundou em 2007 o “CCC – Coro de Câmara Colliponensis” de Leiria. Desde 2002 que é Maestro da Banda Sinfónica de Alcobaça (BSA). É director artístico dos Estágios de Orquestra de Sopros e Percussão Sopros da AMA desde 2012. Com a BSA tem vindo a desenvolver uma intensa actividade artística e pedagógica que tem culminado na conquista de diversos prémios em concursos nacionais e internacionais de Bandas. Interpretou obras sinfónicas e coral/sinfónicas na gravação de vários CD’ s.  

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Nasceu em Lisboa e há vários anos que reside em Leiria. Pedro Jordão (professor, tradutor, escritor, compositor e instrutor de Yoga), figura única na Música Portuguesa, é um autor actualmente desconhecido do grande público.
Teve bastante visibilidade a partir dos Festivais RTP da Canção de 1967 e 1968. Escreveu canções para os principais intérpretes daquele tempo, destacando-se Tonicha, Mirene Cardinalli, Nicolau Breyner, António Calvário, Simone de Oliveira e João Maria Tudella. Com este último compôs o belíssimo e revolucionário álbum “Tudella Canta Música de Pedro Jordão”, editado em 1969. Em Dezembro de 1974 começa a escrever os arranjos da sua própria música e reparte o seu tempo pela composição de uma série de peças sinfónicas. Em 1976 editou o único LP com a sua voz: “Eu Já Voei! Como possivelmente vocês nunca voaram…”, em cuja contracapa agradece e dedica o trabalho “a todos aqueles que já compreenderam que a verdadeira revolução social começa dentro de cada homem…”. Na verdade, essa específica revolução já ele iniciara em 1967, neste país em que a Censura pontificava, quando musicou um poema de Rui Malhôa, “Balada da Traição do Mar”. Essa canção foi seleccionada para o Festival da Canção, sendo na verdade um claro manifesto contra a ditadura. Mas foi cantada em directo e terá passado despercebida aos censores.
Pedro Jordão musicou, entre outros, poemas de Eugénio de Andrade, Manuel Lima Brummon, Reinaldo Ferreira, Fernando Pessoa, Mário Gonçalves, Rui Malhôa, Manuel Alegre, Maria Teresa Horta e dele próprio.

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poetaNasceu em 7 de Agosto de 1956, no seio de uma família proveniente de uma aldeia junto à Serra da Malcata (Quadrazais, concelho do Sabugal) e vive em Leiria desde os 5 anos de idade. Frequentou o Liceu Nacional de Leiria e mais tarde estudou na Universidadede Coimbra, onde sedoutorou e é Professor. Reside em Marrazes, Leiria. Tem mais de duas dezenas de livros editados de âmbito literário(maioritariamente poesia). Publicou o primeiro livro em 1993 ("A Invenção do Tempo e Outros Poemas") e o mais recente em 2014 ("Guarda-me contigo entre as papoilas"). Pelo meio editou ainda, principalmente pelaEditorial Diferença, os seguintes livros: "Falar à aves", "O livro do pó", "O caminho do país lilás", "Viver", "O livro dos salmos", "O livro dos cânticos", "A poeira dos dias", "A última ceia", "O perfume da flor", "A fuga das cidades", "Deimmenso", "Alguém que tu conheces", "Imensitude", "O sinal de Jonas", "Em cada um", "Onde", "As estações de Deus". E ainda,crítica literáriaemparceriacomJoão Rui de Sousa, José CarlosGonzález,Travanca-Rêgoe Fernando Guerreiro, bem comouma ficção com Maria Rosa Colaço. Adepto da prática desportiva,édesde há alguns anos praticante na Academia deTaekwondode Leiria. Éfundador, juntamentecom Carlos Fernandes e Luís Vieira da Mota,dos "Serões Literários das Cortes".

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andre pereblackNasceu em Lisboa no ano de 1985. Viveu nos Marrazes, onde reside a família, e estudou em Coimbra. Autor, criativo, argumentista, humorista, guionista e escritor. Pós-graduação de Humor e Comédia na ACT - Escola de Actores  Humor e Comédia, formação no Instituto Superior Miguel Torga em Licenciatura e Comunicação Social e estudou no Teatro Comuna. Publicou o livro “Lágrima” pela Chiado Editora. Criou a iniciativa “O que te quero dizer”, cartas escritas numa máquina de escrever, do André para si ou para alguém a quem queira dizer sentimentos, em presença ou à distância e em palavras únicas. Argumentista no “Cinco para a meia-noite” da RT2 e nas Produções Fictícias. Autor de Stand up comédia. Participações na RTP1, RTP2, Diário de Notícias, Preguiça Magazine, Cidade FM, Antena1, Antena3, Super FM e participação em Curtas-Metragens, entre outras. Hoje, de acordo com o autor “mora na lua, cercado por letras, sonhos e inquietações. Vive da escrita e não sabe viver sem ela. Tem medo do escuro e do mundo, mas fecha os olhos para o sentir. E para o escrever”.

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bruno intervNasceu em Paris em 1979. Viveu desde os 3 anos de idade na região de Leiria. É licenciado em História da Arte pela Universidade Nova de Lisboa e formado em Cinema de Animação pela Fundação Calouste Gulbenkian. Como ilustrador conta com colaborações no Jornal Sol,  Expresso e Jornal de Leiria. Foi nomeado em 2007, 2008,2009  para o Prémio Stuart de Desenho de Imprensa. Venceu o prémio de ilustração Maria Alberta Meneres em 2011. Na pele de artista plástico participou em exposições colectivas e individuais. Foi um dos dez representantes de Portugal, em 2008, no DVD - Project, com um vídeo projectado em vários países, como na Electron Breda (Holanda), na Galeria Ex Teresa Arte Actual (México), nos Maus Hábitos e na Fábrica Braço de Prata (Portugal), e ainda nas Canárias/Espanha. Os seus projectos mais recentes  são: o "Olhares sem abrigo" de cariz internacional (as capitais do mundo  fotografadas pelos sem abrigo, com máquinas fotográficas descartáveis que o Bruno entrega). O "Cinantrop" (festival internacional de cinema etnográfico) do qual é fundador, que irá acontecer pelo quarto ano consecutivo em Outubro, nos museus da Alta Estremadura, em Lisboa e China.  Criou o prémio António Campos para homenagear o realizador leiriense e para elevar  a nossa região a capital do cinema etnográfico. Desde 2013 que escreve crónicas de viagem para vários jornais e revistas, destacando-se o semanário Sol e o jornal i. Também contou com  reportagens da sua autoria  no canal de televisão SIC (telejornal da noite) : Pela Estrada Fora (viagem pelo país real ao volante de uma Macal). A ultima viagem  que terminou em Dezembro, foi o Pela Costa Fora (percorreu a costa portuguesa e arquipélagos à boleia em diferentes embarcações e que terá a publicação de um livro. Em 2015 foi condecorado com a medalha de prata de Mérito Cultural, pelo Município da Batalha. Neste momento encontra-se a dar a sua volta ao mundo. Levou  a Mala Lusa na qual transporta música, artes plásticas, poesia  e cinema, tudo de autores portugueses, para mostrar nos locais por onde passa. Alta Estremadura é a região privilegiada deste projecto.

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É detentor do prestigiado “Diplôme Supérieur d’Exécution” em Piano da Ecole Normale de Musique de Paris, licenciado e mestre em Música e Musicologia pela Université Paris-Sorbonne. Iniciou os seus estudos musicais aos onze anos no Conservatório de Artes do Orfeão de Leiria com o Professor de piano Luís Batalha. Trabalhou também com as orquestras dessas instituição sob a batuta do Maestro Alberto Roque. Prosseguiu os estudos de piano na Ecole Normale de Musique de Paris, onde trabalhou com Marian Rybicki e Guigla Katsarava, e os estudos de musicologia na Université Paris-Sorbonne. Ganhou o 2º prémio no XVº Concurso Internacional de Piano Maria Campina (1º prémio não foi atribuído) e o 1º prémio “Musicologia” no 8º Concurso “Jeunes solistes de la Sorbonne”. Em 2015, João Costa Ferreira foi galardoado pela Cap Magellan com o prémio “Melhor revelação artística”. Atua em salas de espetáculos de Portugal, Espanha, França e Holanda, tendo já gravado para a RDP Antena 2. Foi ainda solista num concerto com a Orquestra Filarmonia das Beiras sob a direção do Maestro Ernst Schelle. Em 2009, iniciou a sua atividade de pedagogo, sendo convidado como assistente do pianista francês Jean Martin para atuar e lecionar no âmbito de masterclasses realizadas em França. Durante o ano letivo 2014-2015 lecionou, enquanto tutor, na Université Paris-Sorbonne. Atualmente, é docente no Conservatório Georges Bizet de Paris. Recentemente, fez a revisão e prefácio das Cinco Rapsódias Portuguesas e também da Balada sobre duas melodias portuguesas, op. 16 para piano de José Vianna da Motta para uma publicação inédita na editora AvA Musical Editions. 

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Bruno Carnide (16 de junho de 1987), natural de Leiria, mostrou, desde cedo, que o seu percurso artístico e profissional seria o da 7.ª Arte, sendo que, ainda bastante jovem, foi impulsionador e organizador de vários eventos culturais, e é actualmente Director do LeiriaFilmFest – Festival Internacional de Curtas-Metragens. Licenciado em Som e Imagem, pela Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha, o realizador conta já com vários prémios a nível nacional e internacional e exibições em dezenas de países.

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Nasceu em Leiria em 1986. Estudou Artes Plásticas na Escola Superior de Arte e Design das Caldas da Rainha. Vencedor do Prémio Fidelidade Mundial Jovens Pintores em 2009. Em 2015 foi Vencedor do Prémio Aquisição Amadeo de Souza-Cardoso. Exposições individuais que realizou: 2008, Dysfunctional (the titles of exhibitions sound better in English), Galeria da Livraria Arquivo, Leiria; 2009, The titles of exhibitions still sound better in English, Atelier-Museu António Duarte, Caldas da Rainha; 2010, Um dia deste, 3+1 Arte Contemporânea, Lisboa; 2012, O que fazer com isto, 3+1 Arte Contemporânea, Lisboa e Prédios, àrvores e uma luz bonita, a9)))), Leiria; 2013, Os filmes que não vi aqui, Teatro José Lúcio da Silva, Leiria; 2014, Psalm, Galeria Cossoul, Lisboa; 2015, A pequena realidade, Galeria 3+1, Lisboa. Das exposições colectivas destacam-se: 2013, Prémio Novos Artistas EDP; 2012, Tem calma, o teu país está a desaparecer, Galeria Zé dos Bois, Lisboa; 2011, Guimarães Arte Contemporânea 2011, Palácio Vila Flor e Laboratório das Artes, Guimarães; Em 2008, Anteciparte ’08, Museu da Cidade, Lisboa. Vive e trabalha em Lisboa.

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Nasceu em Leiria, a 12 de Março de 1986 e reside na localidade de Reixida, Cortes. Em 2004 ingressou no curso de Mestrado Integrado em Arquitectura da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra. Apresentou em Fevereiro de 2012 a tese de dissertação para a conclusão de mestrado com o título "Leiria: A evolução do espaço urbano da cidade moderna (1926-1974)". Este trabalho foi distinguido em 2011 na 1.ª edição do Prémio de História Local, Villa Portela, promovido pelo Eng. Ricardo Charters d’Azevedo em parceria com a ADLEI (Associação para o Desenvolvimento de Leiria) e apoiado pela Câmara Municipal de Leiria, pelo Instituto Politécnico de Leiria e pela Gradiva, editora que publica o livro em 2013. Integra desde 2014 o colectivo de arquitectos [area27] que fundou em conjunto com João Bastos e Vasco Silva.

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