O livro "Textos cínicos de amargura variável", do autor Pedro Jordão,
foi apresentado na Casa-Museu João Soares, por cortesenses.

 

A Casa-Museu | Centro Cultural João Soares foi o local eleito por Pedro Jordão para o lançamento do seu primeiro trabalho em livro que tem por título “Textos cínicos de amargura variável”.
Produzido pela editora Textiverso, de Leiria, tem 190 páginas, foi lançado no dia 5 de Novembro de 2016 e contou com a apresentação de Carlos Lopes Pires e a leitura de textos de Maria Celeste Alves.
Durante a sessão teceram algumas considerações o editor, Carlos Fernandes, e o próprio autor que disse do seu empenho na escrita deste livro e, de alguma forma, explicou os motivos que a suscitaram. Durante a sessão, foram ouvidas gravações de alguns temas musicais da autoria de Pedro Jordão, com letras de Carlos Lopes Pires. E foi justamente a este último que coube a responsabilidade de dar ao público presente algumas notas sobre o autor e uma ideia do conteúdo do livro.
Disse designadamente que ele se dirige «ao cidadão comum e aos que gerem o sistema da mediocridade dominante, dizendo-lhes isto mesmo: vocês nunca voaram, nunca divergiram, nunca criaram. Nunca questionaram o que as coisas são. Também por isso é um livro muito provocador.» Trata-se, pois, de um livro que «dá voz a um inconformismo, a uma não-aceitação do fácil» e....«além do mais, trata-se de um livro muito bem escrito, escorreito, variado em estilos e argumentos literários». E concluiu: «Ler “Textos cínicos” não é como estar no borralho. É ver que chove lá fora e querer percorrer o caminho a pé. Tocar a lama, que é assim uma espécie de sítio de onde todos viemos e para onde todos vamos.» 


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