bemtaviso

José Carlos trabalha pelo crecimento do seu negócio na Ponte do Cavaleiro há dezenas de anos. Bemtaviso começou por ser um dos primeiros cafés/restaurantes da zona, depois abriu as bombas de gasolina, já conta com uma lavagem automática e para futuro estão reservadas mais novidades.

Foi a meados de 1980, depois de José Carlos e Maria Celeste terem voltado com dois filhos de França, onde estiveram vários anos emigrados, que apareceu um dos primeiros cafés da zona, na estrada principal, na Ponte do Cavaleiro. Bemtaviso começou por ser um pequeno espaço que, entre outras coisas, servia petiscos, tinha televisão a cores que atraía imensa clientela e onde se podia jogar chinquilho.

Tinha muita gente e isso fez com que, vários anos mais tarde, os proprietários abrissem também um restaurante. Bacalhau assado na brasa era o prato da casa, que se apresentava nas ementas ao lado de petiscos como pipis ou moelas ou das carnes grelhadas.
Entretanto José comprou um novo terreno e surgiu uma proposta para abrir um posto de abastecimento por parte de uma empresa gasolineira, que ainda hoje fornece o negócio. Estávamos por volta do início do novo milénio quando foram inauguradas as bombas. Já lá vão vários anos, e o negócio tem corrido bem.
O restaurante ficou suspenso, por motivos pessoais da família, de cansaço e doença, mas pode, a qualquer hora, voltar a servir os petiscos a quem por ali pára. Mais recentemente o negócio passou a ter também serviço de lavagem automática, oferecendo assim ainda mais variedade aos clientes, muitos deles fiéis há largos anos.
O negócio é familiar, uma vez que também os filhos estão envolvidos. O mais velho, Gilberto, dá uma ajuda a fechar o serviço de lavagem de carros ou nas limpezas do mesmo, mas é a filha que passa lá grande parte dos dias por ser funcionária das bombas. Sónia Martins colabora com os pais desde os onze anos, quando deixou de estudar, já esteve no restaurante a ajudar a mãe e agora faz os turnos da noite na zona do combustível. Admite que o emprego tem os seus momentos engraçados: acaba por saber as novidades enquanto abastece os carros, dá um dedo de conversa, e por vezes há até quem esteja tão distraido que arranca sem pagar ou com a mangueira ainda no depósito. Diz também que é mais fácil atender estes clientes do que no restaurante, uma vez que é um serviço diferente e estas pequenas peripécias acabam por animam o dia de trabalho.
Para o futuro já está a ser trabalhada mais uma novidade que completa o leque de serviços da empresa que, se tudo correr bem, estará a funcionar dentro de um ano.
É graças à família e ao trabalho que o negócio continua a crescer, mas também muito se deve à força de vontade do proprietário, José Carlos, que com mais de 70 anos continua a ser a cabeça do projeto que começou a construir há imenso tempo. Levanta-se todos os dias pelas seis da manhã e só cai na cama perto da meia-noite, está sempre por perto, ajuda os dois colaboradores (um funcionário e a filha), gere as contas, faz as encomendas, certifica-se das caixas diárias e ainda tem tempo para dar à família.
Em relação ao horário, no verão as bombas e a lavagem automática estão abertas das 7 horas às 22 horas e de resto estão abertas das 7 horas às 21horas, sendo que ao domingo fecham sempre uma hora mais cedo.


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