“Sumo do Sapateiro”, “Água do Lagar” e uma tábua de enchidos e queijos deram as boas-vindas aos curiosos.

Muitos foram os que espreitaram o Lagar do Sapateiro no dia de inauguração, 1 de Novembro. Conquistados pela barriga, mas também encantados com os pormenores do lugar e com a sensação de estarem em casa, muitos foram os que elogiaram o espaço. Comentava-se o quanto “está muito giro”, a forma como é “uma casa típica mas também diferente” e havia até quem se questionasse da forma como “conseguiram fazer de uma casa velha um espaço tão bonito”.

 

web sapateiro

O projecto nasceu há mais de dez anos quando o conterrâneo António Sousa decidiu ficar com a casa dos pais da esposa, Eulália Margarida Sousa, já com o sonho de criar um espaço diferente para o público apreciador de turismo rural. Nenhum dos dois trabalhava nesta área o que fez com que Eulália admitisse estar “muito assustada”, mas as primeiras boas impressões que têm recebido fazem com que ambos os investidores tenham “esperança” neste espaço que ganhou o nome Lagar do Sapateiro por ter um lagar, com prensa e tudo, no meio do restaurante e porque “sapateiro” era a alcunha dos donos da casa. Agradar e surpreender são algumas das palavras de ordem da casa, bem como receber bem e acolher da melhor forma todos os clientes, garante o proprietário António Sousa, visivelmente contente com o trabalho conseguido. O espaço é destacado por ter um ambiente acolhedor e familiar, onde foi tudo reciclado e aproveitado, e onde a antiguidade e a simplicidade conquistam os novos visitantes.

 


Leia esta notícia completa na edição em papel do JORNAL DAS CORTES n.º336, de Novembro de 2015.

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