Muitos têm sido os anos em que S. Pedro prega uma partida a todas as associações, atrapalhando a organização e o funcionamento das Tasquinhas das Cortes. Isso não aconteceu este ano, apesar do evento ter sido adiado uma semana, para não ficar seguido do fim-de-semana de Regata de Jangadas.
O largo e o pavilhão da antiga adega cooperativa das Cortes voltaram a ser palco para mais uma edição do único certame que reune as várias associações cortesenses, desta vez a 16, 17 e 18 de Setembro.
A marcar presença nos comes & bebes voltou a estar o Centro das Cortes, este ano responsável pelas refeições das bandas musicais e das entidades oficiais, o Grupo de Famalicão, a Associação das Fontes, a Filarmónica das Cortes e as Vespas à Nora. As sobremesas e o café da avó ficaram ao encargo da Associação de Pais que montaram também um espaço dedicado às crianças, com balões e pinturas faciais.
O pavilhão, desta vez com uma entrada mais iluminada e apelativa, como tinha sido pedido, voltou a ser ocupado pelo artesanato e pelos produtos regionais.
Os stands, junto ao palco, tiveram exposições da Casa-Museu João Soares e da ASSISTE.

Novas presenças
Para além do sol que brindou todos os dias de festa, houve novidades na lista de participações. Desta vez foram só cinco barraquinhas de comes & bebes, com jantares, almoços e petiscos, uma vez que a Associação da Reixida não participou.
Além disso, à entrada do recinto, quem tomou conta do forno a lenha com o pão com chouriço, foi a ASSISTE e o Grupo Coral da Filarmónica, ambos pela primeira vez com a venda de produtos alimentares.
Mas as novidades não se ficaram por aqui, e houve uma que causou mais admiração e polémica.
Pela primeira vez houve tasquinha do "Canto das Cortes", um grupo de vizinhos, da estrada da Ribeira, que se junta desde 2008 para desenvolver diversas actividades, defendendo "o convívio e a entre-ajuda entre vizinhos", "sem a necessidade de haver uma motivação religiosa ou institucional por trás disso". O grupo já tem, inclusive, actividades anuais estipuladas, como a passagem de ano, o jantar partilhado, a festa de carnaval, ou o enfeite das ruas na festa da Sra. da Gaiola.
Na última reunião de organização das Tasquinhas, propuseram vender sopas e bifanas, "pelo convívio, pela oportunidade de mostrar o trabalho desenvolvido e angariar alguns fundos para as actividades", dizendo que desistiam da ideia se houvesse "uma única pessoa a votar contra a participação".
A decisão foi a votos, entre todos os representantes das associações presentes, e acabou aprovada por unanimidade, apesar de alguns elementos terem feito várias questões sobre a participação e a validade da mesma.
Em pouco mais de duas semanas organizaram tudo e, no último dia de festa, fizeram um balanço positivo da experiência: "só pelo convívio já valeu a pena", "as brincadeiras e a ajuda entre as tasquinhas vizinhas foram o principal", "foram dias de muito trabalho em que todos, das mais variadas idades, se empenharam", "foi uma vitória conseguir fazer com que os mais velhos trocassem os dias de trabalho no campo pela organização da tasquinha", "é bom ver esta gente toda empenhada e motivada por uma coisa".


Leia esta notícia completa na edição em papel do JORNAL DAS CORTES n.º347, de Outubro de 2016.


 


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