Este mês tive o privilégio de acordar cedo a um domingo de manhã para ir beber um café quente com um primo afastado. Não via aquele rapaz há imenso tempo, nunca fomos muito próximos, mas em poucos minutos percebi porque somos família. Há coisas que não se explicam mas que estão cá, no sangue. Ele acredita nisso e eu também passei a acreditar depois dessa manhã.

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“As Cortes estão a ficar mais pobres”. Nas últimas semanas temos assistido a partidas de conterrâneos queridos que estamos habituados a ver todos os dias. Gente da terra, forças vivas com participações ativas nas instituições dos lugares, malta nova.

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Falar ou escrever sobre assuntos de futebol, não é propriamente o tema mais apropriado a crónicas deste jaez. Contudo, se tomarmos atitudes e acontecimentos desse mundo, e fizermos paralelismos com que se passa, ou pode passar, de semelhante no nosso mundo, talvez o tema possa assumir outros encantos. Isto a propósito do caso do nosso, enquanto madeirense, Cristiano Ronaldo. A Juventos, muito embora uma vecchia senhora, estava convencida de que tinha comprado o melhor do mundo… Por cá também muita gente “comprou” do BES, que se dizia o melhor banco do país e arredores! Mas voltando ao Ronaldo. Como se viu rapidamente, a vecchia senhora não comprou nada o melhor.

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A Comissão de Festas da Reixida organizou aquilo que acreditava ser uma tarde de convívio com o mote da apanha do porco. Limparam o terreno, compraram vários porcos e publicaram um cartaz. O cartaz tinha uma imagem da internet, um título sobre a atividade, uma frase que desafiava os mais corajosos a participar, a indicação de que esta seria a primeira vez que iam fazer isto e o local, junto à escola (onde aliás fazem quase todos os eventos). Nós, cortesenses, que conhecemos as gentes da Reixida, sabemos que a intenção era exclusivamente proporcionar uma tarde divertida e angariar fundos para a capela. Mas alguém não interpretou isto da mesma forma e decidiu denunciar o caso a uma associação de defesa dos animais, sem sequer se dirigir à organização primeiro.

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Até ao evento da revolução dos cravos havia regulamentos municipais que nessa altura nos pareciam um pouco exagerados mas que atualmente mais de quatro décadas depois desse levantamento militar acabamos por ver que toda essa regulamentação era útil e necessária para o bom funcionamento do sistema administrativo local.

Nesta conjuntura regulamentar citamos, por exemplo, a licença para usar isqueiros que pareciam ridículas mas que atualmente face à acção criminosa na propagação de incêndios até fazia sentido. Depois havia o registo com licenciamento de bicicletas que evitava muitos roubos deste meio de transporte e, por fim, existia também, a famosa chapa amarela que obrigatoriamente era colocada nas coleiras dos cães para mostrar que esse animal de guarda ou companhia. Estava legalmente autorizado pelos serviços sanitários municipais e podia transitar na via pública sem perigo para a saúde e segurança dos cidadãos.

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Muitas pessoas que viram ou ouviram Salvador Sobral no concerto “Juntos por Todos “, onde participaram 25 artistas, que rendeu a quantia de 1 milhão e 153 mil euros, entregue à União das Misericórdias ficaram escandalizadas com a frase de cariz irreverente do ganhador do Festival da Eurovisão da Canção 2017, “ Tenho a sensação de que qualquer coisa que eu faça vocês vão aplaudir. Se eu der um peido, quero ver o que é que vocês fazem.”

Com esta atirada para uma assembleia de cerca de catorze mil pessoas presentes, umas viram apenas o aspeto jocoso e hilariante do jovem músico. Riram e bateram palmas. Outras escandalizadas assobiaram.

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No último jornal das Cortes eu escrevi que no nosso País, existem dois países: o País dos Ricos e o País dos Pobres. Agora deixem-me, por favor, dizer-vos alguma coisa, sobre algumas coisas, que me apoquentam no País dos Ricos.
Não me preocupa a riqueza dos bons empresários de sucesso, que criam muitos postos de trabalho, e contribuem para o desenvolvimento e para a riqueza do País, a não ser aqueles que pagam mal e maltratam os trabalhadores e enriquecem à custa de quem os serve.

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Cristo, em nome de Deus e por via do Homem nasceu, contam as escrituras, num estábulo, quiçá, diz-se e celebra-se todos os anos nos presépios, na manjedoura dum estábulo. Sobre o seu décimo aniversário e que prendas terá recebido é assunto não referido nas páginas, sacras para alguns, para outros nem tanto. Mas, de qualquer modo, respeitadas por muitos. Por quase todos. Ora é extraordinário que não haja notícia desse evento nos evangelhos canónicos, nem nos apócrifos, nem sequer nos manuscritos do Mar Morto ou outros que tal. Não seria hábito dessa época festejar o dia e prendar os aniversariantes.

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Durante três décadas em que estivemos ligados ao movimento sindical era frequente, em muitos contractos colectivos a que assistimos, principalmente quando estavam em cima da mesa propostas para a revisão salarial, os dirigentes sindicais lembrarem a todas as partes envolvidas nesse processo negocial, que as necessidades básicas do estômago de um trabalhador são precisamente as mesmas de qualquer outro ser humano, independentemente do seu lugar na hierarquia social.

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