Quem escutou o discurso de investidura do sr. prof. Marcelo e tem seguido, desde esse dia, a sua trajectória como Presidente da República, não pode ficar indiferente à sapiência desse texto e à excelente lição de portuguesismo que tem mostrado na sua essência.
O Povo português começa a ter novamente consciência do seu peso no contexto das nações e a ganhar alento para se libertar de um pesadelo governativo que nos últimos anos foi dominado por uma total submissão a interesses económicos externos, alheios ao bem-estar social do nosso país.

O modelo de governação adoptado foi a chamada política de “Lobo no Redil”: primeiro desorienta e dispersa o rebanho, depois sacia-se à vontade num banquete exclusivo para uma minoria de cidadãos nacionais e estrangeiros, que se mostraram insensíveis ao sacrifício de 350 mil portugueses que, por razões económicas, foram forçados a emigrar em condições inaceitáveis, e à fragilidade económica de 2 milhões e 500 mil cidadãos residentes em Portugal que têm vegetado próximo da linha de pobreza.
Um extracto social vergonhoso, açoitado com uma campanha psicológica destrutiva e enganosa intensa, que em poucos anos conseguiu destruir o balanço sociológico e a auto-estima de um povo que, sem rumo, apenas conseguia ver no horizonte um futuro negro sem luz ou esperança em dias melhores. Uma situação incompatível com as normas de qualquer país civilizado.
Porém, a lição mais nobre que o sr. prof. Marcelo pode oferecer ao país e aos portugueses é primar por ser um homem abraçador de causas e utilizar todas as suas capacidades intelectuais e humanas de liderança para mobilizar todos os cidadãos numa verdadeira cruzada ao serviço do bem-estar colectivo e da justiça social.
É imperioso acabar com o mito que o Presidente da República não passa de uma figura decorativa que só serve para cumprir o protocolo e nada mais... É necessário introduzir no país um novo conceito de fazer política construtiva, baseada nos supremos interesses da nação que temos e no respeito pelo pluralismo democrático de todos os cidadãos.
É urgente inverter um ciclo vicioso de interesses mesquinhos instalado nas cadeiras do poder, onde apenas têm pontificado um chorrilho de promessas eleitorais não cumpridas... Combater a descrença que se apoderou da sociedade portuguesa, que perdeu a confiança numa classe política tóxica que apenas tem desgastado pessoas e instituições.
É neste contexto de trabalho que o nosso Presidente da República, como professor e comunicador social, pode leccionar uma das melhores lições cívicas, políticas e sociais de toda a sua vida e ser um paladino de mudanças... Abrindo, com a sua acção dinamizadora, um novo ciclo de esperança para o povo que lidera e uma nova era de prosperidade económica e social para Portugal.


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