A reorganização das freguesias foi o que, em linguagem popular, se pode chamar um “guisado sem sal” cuja nota dominante se saldou num processo cozinhado à revelia das populações que, em muitos casos, procuraram elevar as suas vozes, alertando os responsáveis do governo central para os inconvenientes de um procedimento com esta envergadura ser feito demasiadamente acelerado, mal elaborado e cujos cálculos em termos de contenção de despesas não nos parece terem sido muito significativos.

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A paróquia das Cortes continua a celebrar as festas religiosas, como o faz todos os anos. No corrente ano, umas já se celebraram outras estão para acontecer; e podemos dizer que muitas são. São sempre momentos religiosos, culturais, de convívio, de partilha e de encontro entre as pessoas, para além da gastronomia e da parte lúdica. E é ao longo do vale do rio Lis que nesta terra de bons e aprazíveis locais acontecem estes momentos festivos. E esperamos que no futuro as Cortes tenham no puzzle do país uma das peças melhores, que devemos valorizar mais.

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Claro que a palavra geringoncilha não existe, mas quando uma geringonça se transforma em armadilha, é lícito criar um neologismo e mais lícito ainda quando existe, mas não vigora, esta “açorda” ortográfica mal cozinhada. Quem alimentasse a hipótese de que todo o processo da TSU não é o que parecia, mas aquilo que realmente veio a ser, teve hoje, Sexta-feira 27 de Janeiro de 2017, no debate quinzenal do Governo vs AR, a prova concreta da justeza da sua hipotética esperança: Costa, na verdade, não pretendia baixar a TSU!
Pode até imaginar-se a seguinte conversa entre António, Catarina, Jerónimo e Apolónia:

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O tempo passa! é inevitável! E com o passar dos anos, ganhamos experiências e vivências fundamentais para o nosso crescimento, mas também articulações cada vez mais perras e cabelos brancos. Muitos tentam disfarçar o passar do tempo com pinturas capilares, besuntos faciais, ou comprimidos miraculosos para desemperrarem os movimentos, mas nada feito.

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A Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos que decorreu nos passados dias 18 a 25 de janeiro fez pensar os mais atentos às Igrejas cristãs. Em Portugal tem-se feito algum caminho ecuménico entre a Igreja Católica e o grupo conhecido por Conselho Português de Igrejas Cristãs (COPIC), constituído pela Igreja Presbiteriana, a Igreja Lusitana, a Igreja Metodista e mais recentemente a Igreja Ortodoxa.

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Estamos já em fins de outubro / princípio de novembro. É gratificante irmos vivendo na comunidade, em renovação constante, embora com todos os condicionalismos próprios das situações que nos rodeiam e das circunstâncias que se nos deparam. Mas é bom fazer caminho.

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“Eles já foram acusados de tudo: distraídos, superficiais e até egoístas. Mas preocupam-se com o ambiente, têm fortes valores morais e estão prontos para mudar o mundo”
Foi e é uma geração rotulada por letras (X, Y, e Z) onde se especula mais sobre o seu modo de vida do que se procura saber e conhecer. Estes são o nosso futuro, por isso mesmo é nosso dever transmitir os princípios base da nossa sociedade, não lhes hipotecando o futuro para que estes, do mesmo modo que nós fazemos hoje, possam aplicar o seu conhecimento e contribuir para o desenvolvimento do mesmo.

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Nestes tempos em que vivemos, transparece sobremaneira o interesse egocentrista naquilo que se faz, seja o interesse económico, seja o físico, psicológico ou mesmo o religioso. A nossa vida tem sempre muito mais valor quando fazemos esforço, lutamos e nos lançamos na aventura de olharmos mais para os outros sem interesse egoísta. O altruísmo (os cristãos leem serviço generoso e desinteressado) leva-nos sempre muito longe na busca da felicidade e faz-nos levantar a cabeça na busca de todos os valores.

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Poderá surpreender alguns dos leitores desta coluna o modo como vou abordar o tema deste mês: a intenção, mal anunciada, de que o “governo do estado” quer taxar os bens patrimoniais. Não estou, antes estivesse, em risco de ser taxado, mas não me parece nem correcto, nem legítimo, nem moral se tal acontecer. Se se quiser avançar por esse caminho, teremos de admitir que somos um estado social-colectivista, nem quero dizer comunista, utilizando este termo no seu melhor sentido: no de tudo ser de todos, bem longe do socialismo soviético. Mas Portugal não é, não quis ser, nem aparenta querer ser um estado colectivista. Sendo, como é, um estado de direito, os impostos directos ao cidadão devem incidir apenas sobre os seus rendimentos. Nunca sobre o património.

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Se nas instituições Europeias, mais concretamente na Comissão Europeia e no Eurogrupo, reina um espirito federalista necessário para conduzir a Europa rumo a uma Confederação de Estados semelhante às Confederações Suíça, Canadiana ou Americana, os dirigentes destes dois organismos Europeus nunca podiam estar a favorecer alguns Estados membros em detrimento de outros países, também membros de pleno direito da União Europeia. Este método de trabalho sectário, praticado já há alguns anos, vai contra todos os princípios do espírito federalista e tem sido um forte tavão na concretização de um projecto Europeu ingenuamente proclamado.

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