Quem escutou o discurso de investidura do sr. prof. Marcelo e tem seguido, desde esse dia, a sua trajectória como Presidente da República, não pode ficar indiferente à sapiência desse texto e à excelente lição de portuguesismo que tem mostrado na sua essência.
O Povo português começa a ter novamente consciência do seu peso no contexto das nações e a ganhar alento para se libertar de um pesadelo governativo que nos últimos anos foi dominado por uma total submissão a interesses económicos externos, alheios ao bem-estar social do nosso país.

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Está em consulta pública a proposta para um “Plano de Mobilidade e Transportes de Leiria”, que, como munícipes, devemos exercer o nosso dever de consultar e, caso assim o entendermos, expressar a nossa opinião e propostas.
Embora a intervenção deste plano seja exercida quase totalmente na área da cidade, estas alterações, se não forem corretamente efetuadas, podem interferir no modo como nos deslocamos para e da cidade, assim como a melhor acessibilidade aos principais serviços necessários ao nosso dia a dia, tal como o nosso próprio local de trabalho.

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Dentro do nosso limitado conhecimento não sabemos qual foi o Presidente da nossa autarquia que teve a brilhante ideia de mandar colocar os painéis de boas vindas a quem entra na freguesia de Cortes, o que sabemos é que esta singela saudação dá um espirito de alegria e quem nos visita fica sempre com vontade de um dia voltar. Infelizmente, o mesmo optimismo já não existe quando entramos na baixa Cortesense onde, logo depois de passar a ponte do lado direito deparamos com uma floresta virgem onde só faltam as zebras, os tigres e leões para ser um destino turístico procurado por os caçadores habituados a caçar em qualquer selva Africana, uma situação, vergonhosa, que está a destruir uma construção com um valor histórico incalculável, que apenas precisa de mais um Inverno para desaparecer do património arquitectónico do lugar das Cortes. Seguindo a nossa jornada para a estrada da ribeira, não precisamos de andar muito para saber que estamos em frente de um soberbo palacete onde os ratos e ratazanas que existem no rio lis depois de tomarem o seu banho matinal podem relaxar com todo conforto a preços imbatíveis que só os proprietários desses imóveis podem oferecer.

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Símbolo da nossa freguesia, onde, e quando atravessamos a ponte, nos deleitamos a apreciar o seu “teimoso” movimento de tirar água do rio, mesmo sabendo que esta volta ao mesmo sem nada fazer.

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Paixão, morte e ressurreição de Jesus constituem o centro da fé e da liturgia da Igreja. Tudo radica na certeza de que Cristo Ressuscitou. E é a partir da ressurreição que compreendemos a paixão e a morte. Por isso, no dizer de S. Paulo, “se Cristo não ressuscitou é vã a nossa fé”.

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Enfim! Voltamos a acordar com a realidade à porta. Após um tempo, que começou no início do verão passado, onde as promessas, sonhos e certezas nos foram querendo vender, acaba este tempo (feira de ilusões), e voltamos ao nosso dia-a-dia, verificando aos poucos que o que uns e outros nos foram prometendo se vai esfumando com o calar do ruído das campanhas.

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O ano de 2016 é marcado pelo desafio da misericórdia, como marca caraterística dos cristãos e da vida cristã. Pede-nos o Papa Francisco, que nos tornemos dóceis à misericórdia de Deus, e que essa experiencia nos impulsione a viver a misericórdia para com os outros.

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No início de cada ano, todos nós, mesmo que não o digamos, tentamos formular os nossos desejos para realizar durante o ano que nasce. Eu tenho por hábito dizer que acredito no Pai Natal… é uma forma de dizer que acredito que o dia de amanhã possa trazer algo de bom para as nossas vidas.
Estes nossos desejos serão certamente mais ou menos conseguidos, se forem realizáveis e se nós trabalharmos para que tal aconteça. Afinal nada acontece por acaso, nem tão pouco o Pai Natal nos traz as prendas se para isso nada se fizer.

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É exactamente hoje, não a data do jornal, mas o dia em que esta crónica está a ser escrita, de acordo com as contas do calendário gregoriano e seguindo a tradição desta nossa dita cultura ocidental, não confundir com acidental, pois às vezes mais parece isto do que aquilo, que termina o ano de 2015, o ano que a história ainda haverá de dividir, assim como aconteceu ao BES, em ano mau e ano bom. A divisão será difícil, ou melhor dizendo, difícil será definir qual o fragmento bom e mau deste ano quase péssimo. Se é bom antes de Costa ou depois de Costa. Para uns assim será, para outros vice-versa.

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