A propósito da mudança de paróquia, parece-me importante esclarecer o sentido das mudanças que anualmente o senhor bispo faz na diocese. Elas são expressão da comunhão e da unicidade da igreja. O padre sabe desde o início da sua ordenação, que está continuamente ao serviço da igreja diocesana, onde e como ela o desejar. Por isso as nomeações são feitas de forma dialogada e com alguma regularidade.

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O que se passa na Comunidade Europeia com todo este ruído sobre a saída do Reino Unido até pode ser e será positivo. Como não há partos sem dor, certamente que os apocalípticos da desgraça se irão alimentando uns tempos da confusão das pessoas, mas passados estes momentos de instabilidade, e com a sabedoria de novos dirigentes, certamente que o Reino Unido e a Comunidade Europeia sairão mais fortes, mais próximos das pessoas.

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Com a chegada do mês de Junho, as atividades pastorais chegam ao seu termo. Entramos agora num “período de manutenção” que se coaduna com o tempo de férias e estio de verão.
Claro que a vida cristã não entra em férias e cada um deve continuar a procurar os caminhos para crescer sempre mais na sua relação com Deus.

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Sempre quis ser como o herói das histórias de J. M. Barrie, o Peter Pan, e assim nunca deixar desaparecer a criança que fui e que sou.
Para isso, e desde muito novo, rejeito a ideia de ser algum dia um crescido. E consegui. Não cresci muito. Mas também não sou uma criança perdida voando pela Terra do Nunca. E não por falta de tentativas.

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Quem escutou o discurso de investidura do sr. prof. Marcelo e tem seguido, desde esse dia, a sua trajectória como Presidente da República, não pode ficar indiferente à sapiência desse texto e à excelente lição de portuguesismo que tem mostrado na sua essência.
O Povo português começa a ter novamente consciência do seu peso no contexto das nações e a ganhar alento para se libertar de um pesadelo governativo que nos últimos anos foi dominado por uma total submissão a interesses económicos externos, alheios ao bem-estar social do nosso país.

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Está em consulta pública a proposta para um “Plano de Mobilidade e Transportes de Leiria”, que, como munícipes, devemos exercer o nosso dever de consultar e, caso assim o entendermos, expressar a nossa opinião e propostas.
Embora a intervenção deste plano seja exercida quase totalmente na área da cidade, estas alterações, se não forem corretamente efetuadas, podem interferir no modo como nos deslocamos para e da cidade, assim como a melhor acessibilidade aos principais serviços necessários ao nosso dia a dia, tal como o nosso próprio local de trabalho.

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Dentro do nosso limitado conhecimento não sabemos qual foi o Presidente da nossa autarquia que teve a brilhante ideia de mandar colocar os painéis de boas vindas a quem entra na freguesia de Cortes, o que sabemos é que esta singela saudação dá um espirito de alegria e quem nos visita fica sempre com vontade de um dia voltar. Infelizmente, o mesmo optimismo já não existe quando entramos na baixa Cortesense onde, logo depois de passar a ponte do lado direito deparamos com uma floresta virgem onde só faltam as zebras, os tigres e leões para ser um destino turístico procurado por os caçadores habituados a caçar em qualquer selva Africana, uma situação, vergonhosa, que está a destruir uma construção com um valor histórico incalculável, que apenas precisa de mais um Inverno para desaparecer do património arquitectónico do lugar das Cortes. Seguindo a nossa jornada para a estrada da ribeira, não precisamos de andar muito para saber que estamos em frente de um soberbo palacete onde os ratos e ratazanas que existem no rio lis depois de tomarem o seu banho matinal podem relaxar com todo conforto a preços imbatíveis que só os proprietários desses imóveis podem oferecer.

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Símbolo da nossa freguesia, onde, e quando atravessamos a ponte, nos deleitamos a apreciar o seu “teimoso” movimento de tirar água do rio, mesmo sabendo que esta volta ao mesmo sem nada fazer.

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Paixão, morte e ressurreição de Jesus constituem o centro da fé e da liturgia da Igreja. Tudo radica na certeza de que Cristo Ressuscitou. E é a partir da ressurreição que compreendemos a paixão e a morte. Por isso, no dizer de S. Paulo, “se Cristo não ressuscitou é vã a nossa fé”.

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