No início de cada ano, todos nós, mesmo que não o digamos, tentamos formular os nossos desejos para realizar durante o ano que nasce. Eu tenho por hábito dizer que acredito no Pai Natal… é uma forma de dizer que acredito que o dia de amanhã possa trazer algo de bom para as nossas vidas.
Estes nossos desejos serão certamente mais ou menos conseguidos, se forem realizáveis e se nós trabalharmos para que tal aconteça. Afinal nada acontece por acaso, nem tão pouco o Pai Natal nos traz as prendas se para isso nada se fizer.

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É exactamente hoje, não a data do jornal, mas o dia em que esta crónica está a ser escrita, de acordo com as contas do calendário gregoriano e seguindo a tradição desta nossa dita cultura ocidental, não confundir com acidental, pois às vezes mais parece isto do que aquilo, que termina o ano de 2015, o ano que a história ainda haverá de dividir, assim como aconteceu ao BES, em ano mau e ano bom. A divisão será difícil, ou melhor dizendo, difícil será definir qual o fragmento bom e mau deste ano quase péssimo. Se é bom antes de Costa ou depois de Costa. Para uns assim será, para outros vice-versa.

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As “Cortes” irá receber diversas obras no próximo ano que alterarão toda a sua estrutura de entrada, na Quinta da Cerca, e a dotarão de infraestruturas importantes ao bem-estar social e cultural.

Ao comemorar os seus 137 anos, a Filarmónica além de receber o apoio dos cortesenses para o início da sua nova sede e serviços de apoio às suas atividades de ensino, teve a presença do Presidente da Camara de Leiria, Dr. Raul Castro, que, e perante todos, se comprometeu a trabalhar para conseguir todo o apoio técnico e financeiro do Município para a realização desta obra, assim como iniciar o processo de cedência da utilização da superfície, para a construção destas instalações no espaço indicado na ex-Adega Cooperativa.

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Depois de serem divulgados os resultados das eleições que deram uma magra vitória à coligação PSD/CDS, não conseguimos compreender a euforia e os abraços trocados por alguns dignatários do Eurogrupo justificando-se depois, que a austeridade aplicada em Portugal tinha funcionado tão bem, que os portugueses tinham optado por legitimar a sua continuação!

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É verdade que nunca fui a Paris. É provável que jamais vá a Paris. Porém, Paris veio muitas vezes até mim: Um americano em Paris, a última vez que vi Paris, etc., etc. Até Paris já está a arder. Dessa vez com Hitler ansioso, inquirindo-o, exigindo-o ao telefone aos seus generais na Capital de França. Porém, do outro lado do fio já ninguém responde: Paris acabara de ser libertada.

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O acontecimento mais marcante da história, que inclusivamente a divide em duas partes, é o nascimento de Jesus. Trata-se de um fato indiscutível e cujo alcance vai para lá do que imaginamos ou reconhecemos.

A entrada em cena na história humana de um elemento divino não acontece todos os dias e não pode ser ignorada ou vivida como qualquer outro acontecimento. Trata-se de uma novidade e de um desafio que precisa ser mais respeitado, compreendido e vivido. Na verdade, não estamos a falar do nascimento de uma figura importante e marcante; não estamos sequer a falar de mais uma teofania de Deus ou da divindade. Estamos a falar de uma relação e de uma intenção que preside ao próprio fenómeno ocorrido. Ou seja, quando falamos do nascimento de Jesus, estamos a traçar o perfil de Deus. Estamos, em fim, a dizer que Deus é providente, está próximo de nós e nos ama infinitamente.

Falar do nascimento de Jesus é falar de Deus, é dizer que o nosso Deus incarnou para se tornar próximo, porque Ele é um Deus atento, preocupado e interessado com a sua criação. A celebração do nascimento de Jesus, ultrapassa assim o mero sentimentalismo ou até a memória de um acontecimento. Atinge o centro da humanidade e da essência do ser humano. Por isso é correto que divida a história e se centre no meio desta divisão.

O despojamento de Deus (a sua humilhação) torna-se visível na celebração da encarnação e deveria ser o sentido mais expressivo do Natal. Como não admirar-se com tal gesto? Como não admirar e celebrar tal atitude por parte do nosso Deus?!

Que este Natal, a começar desde já, nos ajude a reconhecer a verdade do Natal, o seu espirito, porque é isso que dizemos quando afirmarmos que o Natal é todos os dias.
Um Santo natal.

A escola que todos desejamos fica perto de nossa casa. É pequena, de paredes brancas, grandes janelas, onde o sol, logo pela manhã, entra sem pedir autorização.

A escola que todos desejamos tem professores e funcionários magníficos que se sacrificam e sacrificam as famílias, diariamente, para que os alunos tenham o melhor.

A escola que todos desejamos tem materiais pedagógicos do mais inovador que possamos imaginar.

A escola que todos desejamos tem pais colaborativos que se envolvem num projeto único a bem dos alunos que a frequentam.

A escola que todos almejamos existe?

Existe, se assim o desejarmos. Existe, se a construirmos.

Mas a escola que todos desejamos pode não ficar perto da nossa residência, pode até ser branca, mas ter dias em que o sol não entra. Tudo isto porque a escola que desejamos é muito, mas muito mais do que um edifício carismático que se situa perto da nossa casa.

Discutir se a escola que todos desejamos não é esta, mas é aquela, valerá a pena? Ou será mais importante ajudar a criarem-se as condições para que a Escola dê as melhores respostas aos alunos, no que respeita ao ensino/aprendizagem?

Passo a enunciá-las: turmas equilibradas quer em números de alunos, quer em anos de escolaridade; articulação entre o Pré-escolar e o 1.º Ciclo, espaços comuns que permitam um contacto e a integração do estabelecimento numa comunidade, entre outras.

Todas estas respostas pressupõem, obrigatoriamente, o envolvimento dos pais e dos seus representantes, da autarquia e dos órgãos de gestão administrativa e pedagógica que as superintendem. É de uma conjugação de esforços que se melhoram uns edifícios para apostar que, mesmo encerrando outros, o objetivo superior é alcançado: o melhor para as crianças de uma comunidade. Conscientes, todavia, de que as escolas encerram, em primeiro lugar, por falta de alunos.

E, neste aspecto a culpa é, totalmente, dos pais e de mais ninguém.

Deixemo-nos de saudosismos e criemos as condições necessárias para que os alunos da nossa (antiga) freguesia tenham, a breve tempo, a escola que merecem.

Logo, a escola que desejamos não é a que é mais bonita aos nossos olhos, mas a que cria as melhores condições para que os alunos criem gosto em frequentá-la.

A Escola que desejamos precisa de proximidade, articulação e colaboração com a comunidade em que está inserida.

A Escola que desejamos, independentemente do lugar em que se situa, é aquela que constrói laços com a comunidade que a viu nascer e a ajuda a crescer.

A escola que desejamos é aquela que nos ajuda a instruir / educar as nossas crianças.

A escola que desejamos é um projeto em que todos colaboram.

A escola que nós desejamos até pode não ser aquela que as nossas crianças merecem.

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