O calendário católico está marcado pela centralidade da festa da Páscoa. A palavra significa “passagem” e a celebração anuncia aquela que é a afirmação genuinamente cristã. Na Páscoa celebramos o grande e único acontecimento que é a passagem da morte à vida, realizada de uma só vez na pessoa de Jesus Cristo, mas que é prefiguração das muitas passagens que todos nós realizamos na nossa vida.

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É uma imagem comum e antiga comparar-se a vida a uma longa viagem. Como qualquer outra teve um início e tem uma meta. O percurso percorrido, de mais ou menos anos, é composto de momento altos e momentos baixos, há dias de alegria e dias de tristeza, horas de sorte e horas de azar. No seu todo esta variedade traz consigo o sabor e a satisfação (ou a revolta) em relação à vida.

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As Cortes sempre foram reconhecidas pela sua atividade cultural. Uma identidade que lhe é própria e que a torna única na sua região. Uma aldeia com uma forte personalidade cultural, rica e reconhecida.

Perde-se no tempo a sua ligação a pessoas que foram referência no plano cultural não só local como no nosso país.

O esquecimento e o esvaziamento das raízes que trouxeram à nossa terra um reconhecimento quase nacional parecem estar a aumentar.

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Decorria uma campanha eleitoral para as autarquias, quando numa sessão de esclarecimento partidário realizada na Quinta da Cerca, questionámos o presidente da junta de freguesia - nessa altura também ele próprio candidato a uma reeleição - que diligências tinham sido feitas junto da Câmara para ser substituído o telhado desse edifício que já estava bastante deteriorado. A resposta de um dos seus parceiros de equipa foi pronta “a Câmara tinha mandado fazer uma vistoria e estava tudo bem”. Uma maneira muito clássica de tapar o sol com a peneira, porque era visível que essa cobertura estava no limite das suas funções, com o madeiramento demasiado fragilizado que já não suportava o peso da telha, nem reunia as condições mínimas necessárias para qualquer técnico de construção civil se arriscar a garantir uma segurança que não existia.

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Estamos a iniciar um ano novo, que seja próspero para todos, pensar diverso continua, e continuará agradecido, à direcção do JC pela gentileza de coligir os seus textos, pena que poucos, muito poucos mesmo, dos colaboradores tivessem comparecido ao acto do lançamento, coisas que se esquecem, enfim, aí temos 2015 carregado de tudo.

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Na antiguidade os gregos compararam o tempo com uma linha reta que, partindo de um determinado ponto, progride em direção ao desconhecido. Esta evolução, com altos e baixos, acarreta consigo a imprevisibilidade do dia de amanhã. Assim o medo, a desconfiança e a dúvida acompanham a evolução. Outras leituras posteriores, preferiram falar de uma cíclica em vez de uma linha reta. Neste caso, a evolução transformar-se-ia num eterno retorno. A vida seria uma permanente repetição de factos, momentos e experiências que se reproduziriam de forma cíclica. Todos os anos o Verão se repetia e suceder-lhe-ia o Outono, o Inverno e a Primavera.

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